Monthly Archives: Janeiro 2009

BCE fixa taxa de juro em 2 %

O Banco Central Europeu cortou esta quinta-feira em 50 pontos base a sua principal taxa directora fixando-a nos 2 por cento.

Trata-se do quarto corte consecutivo das taxas directoras, depois de baixas de meio ponto percentual cada em Outubro e Novembro e do corte de 0,75 pontos percentuais decidido em Dezembro.

Fonte: Jornal de Noticias

Autarquia de Santo Tirso promove Prémio de Arquitectura e Urbanismo

A Câmara Municipal de Santo Tirso vai promover um prémio de arquitectura e urbanismo, naquela que será a primeira edição do Prémio Municipal de Arquitectura e Urbanismo. A autarquia procura projectos que visem as exigências ambientais e as normas sustentáveis, aliadas à funcionalidade das cidades. As inscrições decorrem até 31 de Março e o valor do premio é de 5.000 mil euros. Esta foi uma das formas que o município tirsense encontrou para incentivar a qualidade arquitectónica dos projectos e, ao mesmo tempo, promove a qualidade na construção, reconstrução e alteração dos imóveis. O júri deste concurso irá avaliar os projectos apresentados ao nível “da transformação qualitativa do contexto urbano, nomeadamente pela sua capacidade de integração na cidade e pela produção de espaços públicos qualificados”, de acordo com a câmara municipal.
Além destes aspectos serão privilegiados aqueles que expressarem uma linguagem arquitectónica e clareza de conceitos. O júri será composto pelo presidente da autarquia, um arquitecto representante da Ordem dos Arquitectos, um arquitecto paisagista, um arquitecto municipal e três individualidades a indicar pela Autarquia, das quais pelo menos uma possua obrigatoriamente formação na área da Arquitectura.

Fonte: Vida Imobiliária

Incumprimento no crédito à habitação aumenta 81% nos EUA em 2008

O número de norte-americanos que foram notificados de incumprimento no crédito à habitação nos EUA aumentou 81% no ano passado superando os dois milhões de pessoas. A queda do valor dos imóveis, o aumento das restrições ao crédito e a mais longa recessão em um quarto de século foram alguns dos factores que penalizaram.

Os dados da RealtyTrac mostram que 2,3 milhões de propriedades foram alvo de avisos de incumprimento, entraram em leilão ou foram tomadas pelos credores, o que corresponde a uma subida de 81%, segundo refere a Bloomberg.

A empresa iniciou estes estudos há quatro anos, sendo estes os valores mais elevados desde que há registos.

Os EUA perderam mais de 2,6 milhões de empregos em 2008, o máximo desde 1945, o que contribuiu para uma perda do poder de compra dos norte-americanos, tornando mais difícil cumprir com os encargos financeiros das famílias.

As dificuldades em aceder ao crédito e a queda do valor dos imóveis numa altura em que a maior economia do mundo se encontra em recessão também contribuíram para a tendência.

“Se não adoptarmos medidas políticas compreensivas, a nível nacional, vamos ter cinco ou oito milhões de casas hipotecadas nos próximos três anos”, afirmou Kenneth Rosen da Universidade da Califórnia citado pela agência noticiosa norte-americana.

Fonte: Jornal de Negócios

Caixa Catalunya quer vender Vilamoura a grupos portugueses

A Caixa Catalunya, banco que gere Vilamoura, apresentou um projecto de venda de Vilamoura a grupos turísticos portugueses, no valor de 400 milhões de euros. Entre os grupos a quem se dirigiu esta oferta estão o Grupo Amorim Turismo, Sonae Turismo e Grupo Pestana, que, de acordo com uma notícia avançada pelo Jornal de Negócios, até à data não manifestaram interesse na compra. A razão avançada pela Caixa Catalunya, principal investidor de Vilamoura prende-se com “a queda do negócio imobiliário em Espanha, a fragilidade dos mercados financeiros e o crescimento do passivo da Lusotur levaram a dona da Procam a colocar à venda a sua parte da Lusort”. O mesmo jornal adianta também que a CB Richard Ellis foi a consultora imobiliária escolhida para esta operação.

Fonte: Vida Imobiliária

Vendas a retalho nos EUA caem mais do que o esperado

As vendas a retalho nos EUA caíram, em Dezembro, mais do dobro do esperado pelos economistas, uma vez que o aumento do desemprego levou a uma contracção nos gastos dos consumidores.

A queda de 2,7%, sexta consecutiva, faz com que esta série de declínios seja a mais longa de sempre, anunciou hoje o Departamento do Comércio.

Os economistas consultados pela Bloomberg esperavam um recuo de 1,2%.

Fonte: Jornal de Negócios

Venda de casas diminuiu cerca de 10% em 2008

O sector da mediação imobiliária também já começou a sentir a crise. Durante o ano passado, o volume de vendas diminuiu e os profissionais do sector não têm muitas expectativas em relação ao mercado para 2009.

“Foi um ano difícil”. Uma frase já dita por muitos e agora repetida pelo presidente cessante da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) que reforça a frase com números: “Em 2007, venderam-se em Portugal 209 mil prédios urbanos, no ano passado, esse número ficou-se pelos 190 mil, uma redução de cerca de 10%”, disse José Eduardo Macedo.

Nestes números totais do mercado, quase 90% correspondem à venda de habitação. “A venda de escritórios e lojas não é significativo no mercado, tem muito pouco peso”, referiu.

No entanto, José Eduardo Macedo garante que esta evolução negativa “era expectável. Não se trata apenas de uma consequência da crise”.

Para exemplificar esta descida como algo “natural”, recorda a década de 90, em “que se vendiam mais de 300 mil imóveis por ano. A partir dessa altura, os números foram descendo, até porque ter casa já não é uma primeira necessidade, isto porque, cerca de 80% das famílias portuguesas já têm casa própria”.

A reabilitação de imóveis “será o futuro, tal como acontece na Europa”, referiu o futuro presidente da APEMIP, Luís Lima, lamentando que “ainda se faça muito pouco em Portugal e só mesmo em Lisboa e no Porto”.

José Eduardo Macedo concorda, acrescentando que se “assiste hoje a uma mudança com a diminuição da construção e apostando mais na sua reabilitação”, que hoje, diz com alguma satisfação, “já atingiu os cerca de 10%”.

A recuperação do edificado poderá também alavancar o sistema de arrendamento no país, frisou José Eduardo Macedo. “Os edifícios estão degradados porque o Estado transformou os proprietários em agentes sociais, com rendas muito baixas e apoiando legalmente os profissionais de incumprimento, que pagam dois meses de renda e conseguem ficar na casa durante quatro anos sem pagar nada”, salientou o presidente da APEMIP.

Defende, portanto, a “desjudicialização do despejo por não pagamento de renda, o que reduziria em muito o risco de colocar casas no mercado para arrendar”.

Por outro lado, lamenta que ainda não exista legislação efectiva sobre os Fundos de Investimento para Arrendamento e as Sociedades de Investimento Imobiliário para Arrendamento, que considera muito positivos.

FONTE: Jornal de Noticias

Investimento em imobiliário terciário na Europa caiu 55%

O ultimo relatório de research da consultora imobiliária Jones Lang LaSalle revela que o investimento em imobiliário terciário na Europa caiu cerca de 55% face a ano anterior. Neste segmento foram investidos entre 105 a 110 biliões de euros, um valor abaixo ao registado no ano anterior e que se explica com o declínio do valor dos imóveis e pela volatilidade das taxas de cambio. O quarto trimestre de 2008 registou um investimento imobiliário de 16 biliões, o que representa uma queda de 30% face a 2007. Apesar destes valores desanimadores, Tony Horrel, director de capital markets da consultora imobiliária acredita num futuro mais risonho: “Os volumes atingidos em 2008 não constituem surpresa para quem está no mercado, tendo em conta a situação dos mercados financeiros globais, o abrandamento económico generalizado e os níveis de confiança dos investidores. Apesar de acreditarmos que o pior já passou, a actividade de investimento deverá manter-se baixa nos primeiros meses do ano”.

O relatório da Jones Lang LaSalle revela ainda que em 2008 se verificou uma redução na actividade dos investidores e uma maior prudência por parte dos capitais estrangeiros e investidores privados, contribuindo para esta redução no investimento imobiliário terciário. Os países onde a queda foi mais acentuada foram Reino Unido, Alemanha e França, onde se verificaram quedas no investimento na ordem dos 60%.

Fonte: Vida Imobiliária

Leilão Imóveis

A Luso Roux organiza este fim de semana mais um leilão de imóveis.

* Porto – 2009-01-17 às 15 horas no Hotel Tryp Porto Expo na Rotunda da Exponor Leça da Palmeira – Matosinhos
* Lisboa – 2009-01-18 às 15 horas no Hotel Vila Galé Ópera na Travessa do Conde da Ponte, Alcântara (junto do Centro de Congressos de Lisboa)

Consulte o site da Luso Roux para ter acesso ao catálogo de imóveis em leilão. Estes são, na sua maioria, propriedade de entidades bancárias.

Para participar basta comparecer no dia e hora indicados e efectuar a inscrição (preferencialmente cerca de meia hora antes da hora anunciada para o início do leilão). A inscrição não tem nenhum custo para o promitente comprador. Necessitará apenas de apresentar o bilhete de identidade (próprio e do cônjuge se casado), cartão de contribuinte e um cheque caução de € 1.750 (Mil Setecentos e Cinquenta Euros), para registo no leilão e que será devolvido no final do leilão.

A Luso-Roux não cobra nenhuma comissão ao Comprador. O valor de arrematação corresponde ao valor final de venda. O promitente comprador é, no entanto, responsável pelo pagamento dos custos inerentes à realização da escritura pública, registos prediais, IMT e imposto selo.

Aproveite. Quem sabe se não acaba por fazer um bom negócio…

Câmara de Lisboa autoriza conversão de palácios em hotéis

A Câmara de Lisboa vai alienar um conjunto de património, em que se inclui quatro palácios, que será convertido em hotelaria de referência, com o objectivo de tornar a cidade na «capital do charme»
O projecto, que será apresentado terça-feira, passou pela aprovação em Dezembro da alienação de edifícios do património municipal, incluindo quatro palácios, no valor de 12,7 milhões de euros. Em causa estão Palácio do Machadinho, Palácio Braamcamp, Palácio do Benagazil, Palácio Pancas Palha (também conhecido por Van Zeller), um edifício na Rua da Atalaia e um outro no Largo Rodrigues de Freitas.
Segundo o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), trata-se de «dar utilidade turística a um património que ou está desocupado e degradado ou está a ser usado por serviços» camarários e «reforçar a atractividade turística de Lisboa no segmento dos hotéis de charme».
A Câmara aprovou um preço base de licitação de 3,3 milhões de euros para o Palácio do Machadinho, 400.024 euros para o edifício da Rua da Atalaia, 1,8 milhões de euros para o Palácio Braamcamp, 1,4 milhões para o Palácio do Benagazil, 1,5 milhões para o edifício do Largo Rodrigues de Freitas e 4 milhões para o Palácio Pancas Palha.
A alienação, por hasta pública, é condicionada à autorização do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR).
O Palácio do Machadinho, situado nos números 12 a 22 da Rua do Machadinho, tem uma área total de 3504,00 metros quadrados, e é constituído por um conjunto de quatro prédios distintos.
O Palácio Braamcamp situa-se no Pátio do Tijolo, número 25, e na Travessa do Conde de Soure, números 24 e 35.
Integrado na Quinta do Policarpo, o Palácio do Benagazil fica junto ao aeroporto e tem uma área coberta e descoberta de 5.465,32 metros quadrados.
O Palácio Pancas ou Palácio Van Zeller situa-se na Travessa do Recolhimento de Lázaro Leitão, número um, e Rua de Santa Apolónia, números 12 a 18, e tem 3.990,00 metros quadrados.
O edifício da Rua da Atalaia é um prédio situado na Travessa da Água de Flor, números 31 a 35, e na Rua da Atalaia, números 138 a 144, com área total de 356,25 metros quadrados.
O edifício do Largo Rodrigues de Freitas é o antigo edifício do Museu da Marioneta, no Largo Rodrigues de Freitas, números 13 a 21, e Costa do Castelo, números 164 a 168, e tem uma área de 650,00 metros quadrados.

FONTE: Lusa / SOL

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