Monthly Archives: Março 2009

Valores das rendas com subidas nas zonas Prime e Parque das Nações – LPI – Lisbon Prime Index

De acordo com os últimos dados disponíveis no Lisbon prime Index, referentes ao último trimestre de 2008, os valores médios dos contratos de arrendamento registados pelo índice sofreram aumentos na zona Prime e no Parque das Nações e ligeiras descidas nos restantes eixos dentro dos limites da cidade de Lisboa. A zona Oeste não sofreu alterações significativas embora a referência média para as rendas tenha voltado, novamente, para um patamar acima dos 12€/m2.

A principal zona nobre do mercado de escritórios, o eixo da Avenida da Liberdade até à Praça do Duque de Saldanha, sofreu ao longo do ano de 2008 flutuações no valor médio mas terminou o ano acima dos 18 €/m2 o que traduz um dos registos mais elevados de sempre, apenas suplantado no segundo trimestre do mesmo ano.

O Parque das Nações, também com um acréscimo no valor médio das rendas face ao período anterior, tem demonstrado maior consistência no valor médio praticado, embora seja evidente a subida lenta e gradual das rendas. Estas subidas podem ser explicadas pelo alteração da procura, neste período mais dirigida para edifícios de maior qualidade.

O eixo Miraflores – Porto Salvo mantém também muita estabilidade no valor médio estando no último trimestre do ano transacto muito próximo, mas acima, dos 12 €/m2, resultado de uma pressão em alta nos períodos em que existem mais contratos de arrendamento nos parques de escritórios.

Fonte: Publico Imobiliário

Sonae Capital aumenta resultados com Tróia Resort e paga dívida à Soares da Costa com imóveis no Tróia Resort

O Tróia Resort está a dar os primeiros frutos em termos de resultados para a Sonae Capital. A empresa encerrou o ano de 2008 com um lucro de 28,4 milhões de euros, mais 100% que no ano anterior, em grande parte graças à rentabilização do projecto turístico da península de Tróia.

De acordo com o Diário Económico, a Sonae revelou em comunicado que o empreendimento turístico está na base do crescimento do volume de vendas, na ordem dos 17%, como também ao nível do resultado antes de Impostos, Juros, Depreciações e Amortizações (EBITDA), sendo que aqui se registou um crescimento de 50%.

A Sonae anunciou um volume de negócios de 230,5 milhões de euros e um EBITDA de 13,6 milhões de euros, sendo que a empresa argumenta que na base destes valores estão as primeiras escrituras de venda no Troiaresort, bem como a margem de venda dos apartamentos e lotes de terreno do projecto.

Enquanto isso, a Soares da Costa recebeu 13,7 milhões de euros respeitantes de uma dívida da Sonae Capital em apartamentos e lotes de terreno do empreendimento turístico Tróia Resort.

De acordo com a apresentação de resultados da Sonae Capital, cita o Jornal de Negócios, a empresa alienou um total de 22 unidades turísticas a uma filial da Soares da Costa, para pagar a última parcela do valor de trabalhos da construção da Unidade Operativa de Planeamento I.

Fonte: Construir – O site da Industria da Construção

Retorno do investimento imobiliário em Portugal fica pela primeira vez abaixo dos dois dígitos

Retorno do investimento imobiliário em Portugal fica pela primeira vez abaixo dos dois dígitos
O retorno do investimento imobiliário institucional no mercado português, medido pelo índice IPD, fechou 2008 com uma taxa de 2,6%, um valor que compara com 12,2% em 2007 e que fica pela primeira vez desde o lançamento do índice (no ano 2000) abaixo dos dois dígitos (10%).

O retorno do investimento imobiliário institucional no mercado português, medido pelo índice IPD, fechou 2008 com uma taxa de 2,6%, um valor que compara com 12,2% em 2007 e que fica pela primeira vez desde o lançamento do índice (no ano 2000) abaixo dos dois dígitos (10%).

Mesmo assim, a IPD, uma plataforma internacional de informação estatística do imobiliário, diz que Portugal teve um desempenho bastante melhor que o mercado de capitais, lembrando que o PSI-20 no ano passado desvalorizou 49,6%. Todavia, o retorno apresentado pelo investimento imobiliário institucional (contemplando imóveis como centros comerciais, edifícios de escritórios e espaços industriais) em Portugal ficou aquém dos retornos proporcionados por títulos como as obrigações.

“O retalho, que tem sido o mercado de melhor desempenho nos últimos oito anos, gerou em 2008, o pior retorno total, com apenas 80 pontos base, comparáveis com os 14,8% de 2007. Pelo contrário, os escritórios deram 4,7% [de taxa de retorno do investimento] e o industrial, que registou os retornos mais elevados do ano, atingiu 4,9%”, informou a IPD em comunicado.

Nos três segmentos-chave, a descida nos valores de capital, gerada pelo aumento das ‘yields’, justificou a performance do mercado imobiliário português, refere ainda a IPD.

“Os retornos no mercado português são coerentes com as expectativas, bem como com o padrão de desempenhos de outros mercados imobiliários do Continente [europeu], alimentados pelo crescimento generalizado das ‘yields’, que por sua vez colocou uma pressão negativa nas valorizações [dos activos]”, comentou o director geral da IPD em Portugal, Luís Pedro Francisco.

Fonte:Jornal de Negócios

Seminário REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS – A melhor via para a sustentabilidade…

O Grupo STAP em parceria com o GECoRPA, o Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve e a Netos Construtores, anuncia a realização, na Universidade do Algarve, do seminário sobre REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS, cujo programa pode ser descarregado no link.

Sexta-Feira 24 de Abrilde 2009 – 09h00-13h00.
Local: Auditório José Silvestre do Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve, no Campus da Penha – Faro.
Oradores: Prof. Carlos Martins (UAlg), Prof. Hélder Spínola (Quercus), Eng.º Vítor Cóias (Grupo Stap) e Prof. Oliveira Fernandes (FEUP).

Entrada gratuita – Inscrição necessária.

As inscrições devem ser feitas através do preenchimento da ficha de inscrição disponivel em http://www.oz-diagnostico.pt http://www.gecorpa.pt e do respectivo envio por e-mail ou fax.

C&W garante ’safety net’ com linha de crédito de $50M

A Exor, Holding da família Agnelli que detém 72% da Cushman & Wakefield, disse em comunicado esta quarta-feira, no seguimento do anúncio dos resultados anuais de 2008 e onde se revelaram prejuízos na ordem dos 20.2 milhões de euros, que foi disponibilizada uma linha de crédito de 50 milhões de dólares para a consultora .

“The transaction, which will be finalized shortly, guarantees an interesting return for Exor that reflects market conditions. The purpose of the credit line is to strengthen the financial structure of the subsidiary and also enable it to take advantage of growth opportunities.”

Por seu lado, Robert Rozek, Director do Departamento Financeiro da C&W, afirmou em declarações á Property Week que a consultora está agora mais empenhada no seu “core business” e em reduzir custos ao mesmo tempo que constrói relações com os clientes e que a linha de crédito disponibilizada servirá somente como uma segurança adicional a ser utilizada em caso de necessidade.

“It’s an insurance policy. It’s only there if we need it, and we anticipate we will not need it. We have done a lot of things such as cost cutting but in the event of the economy going off a cliff again, as it did in the fourth quarter of 2008, we wanted something in place.”

Os prejuízos 20.2 milhões de euros em 2008 contrastam assim com os lucros de 48.4 Milhões de euros em 2007.

“Emerging Trends in Real Estate Europe 2009” na Imobitur

Terá lugar hoje na feira Imobitur na Exponor, às 18 horas no Espaço Vida Imobiliária, apresentação do Estudo “Emerging Trends in Real Estate Europe 2009”.

O programa será:

18h00 – Apresentação da metodologia do estudo – Jorge Figueiredo
18h10 – Apresentação das conclusões do estudo – Francisco Rocha Antunes
18h30 – Debate sobre as conclusões e a utilidade do estudo

Participantes: Jorge Figueiredo – PwC
Francisco Rocha Antunes – ULI
Jaime Lopes
José António Teixeira – RAR imobiliária

QREN atrasa obras públicas no valor de 2500 milhões

Hoje no DN

A Deloitte e a ANEOP apresentaram ontem as conclusões preliminares do primeiro estudo sobre o sector da construção feito em Portugal. Querem afirmar o “poder”de uma indústria que, dizem, podia fazer avançar mais depressa o País. Mas falta dinheiro

Há em Portugal obra parada por falta de financiamento no valor de 2500 milhões de euros. Quem o diz é a ANEOP-Associação Nacional de Empreiteiros de Obras Públicas. Em declarações ao DN, à margem da apresentação, ontem ocorrida, de um estudo sobre o sector da construção, Manuel Agria, vice–presidente daquela estrutura representativa, referiu que “o facto de o QREN [Quadro de Referência Estratégico Nacional, que abrange os dinheiros comunitários] estar com um grau de execução baixíssimo, leva a que 2500 milhões de obra pública lançada em concurso ainda não tenha sido adjudicada”.

“O mais provável é que as instituições que têm obras na gaveta ainda não tenham recebido os fundos para avançar”, referiu Manuel Agria, pondo ainda a hipótese de tal facto se dever a que “os projectos não tenham sido sujeitos à avaliação do QREN a tempo e horas”. Mas, apesar disso, dá como exemplos a “França e a Espanha, onde foram antecipadas muitas execuções de obra pública”, precisamente para fazer face às necessidades actuais da crise económica. “Muitas PME beneficiariam com isso”, alerta.

O estudo apresentado em conferência de Imprensa, intitulado “O Poder da Construção em Portugal – Impactos 2009/2010”, é da autoria conjunta da ANEOP e da consultora Deloitte e embora já tradicional no resto da Europa, é o primeiro no País. Ontem foram divulgadas apenas as primeiras conclusões, já que o estudo só deverá estar totalmente concluído no início de Junho.

Questionado pelo DN sobre se a ideia era criar um lóbi que, de alguma forma, combatesse a oposição que vários sectores da sociedade têm demonstrado em relação à realização das grandes obras, Manuel Agria afirmou que não tem “nenhuma preocupação em calar essas vozes”. “A razão está do nosso lado, em toda a parte se lançam grandes obras para estimular a economia”, assegurou.

Para Miguel Eiras Antunes, da Deloitte, um dos especialistas que participou na conferência, a internacionalização das empresas portuguesas do sector da construção “é uma das chaves para fazer face ao esmagamento de margens actualmente existente no nosso País”, que são sensivelmente metade das conseguidas por outros operadores europeus.

O volume de negócios gerado no estrangeiro aumentou, entre 2004 de 12007, 160% para o conjunto das empresas de construção nacionais, num cenário em que o volume global decresceu entre 5% a 10%, assume Miguel Eiras Antunes.
A conclusão a retirar do actual estado do sector é de que “ainda falta muito trabalho em matéria de fusões e aquisições”.

Mas a verdade é que, se o problema está identificado e é consensual no sector da construção e obras públicas, “existe muita resistência a partir para um processo deste tipo”, desde logo devido à “estrutura familiar de muitas empresas”, assume o mesmo responsável. “Isto porque, se a venda de uma empresa coincidir com a saída do seu conselho de administração, é óbvio que ela perde valor”, explica.

Fonte: DN

Novo ciclo de Webinars do ULI

Professional Development Webinar: Using Excel More Efficiently for Real Estate Applications
You will learn techniques, tools, functions, and keystrokes that will allow you to manipulate a pro-forma like a pro! Get step-by-step instruction in order to gain a deeper understanding of building real estate models in an Excel environment. Students will learn intermediate tools and functions in Excel and be able to apply them immediately to their own models.
[March 27: 1:30 – 3:30 p.m. EDT | Register Online]

Real Estate Insider Webinar: Capital Markets/Economic Outlook
Join ULI Senior Resident Fellow Steve Blank and Arthur Margon, principal at the New York-based Rosen Consulting Group, in a lively discussion about the outlook for the U.S. economy. With Federal Reserve Chairman Ben Bernanke predicting a turnaround by 2010, perhaps the light is starting to shine at the end of the tunnel. Don’t miss this informative ULI webinar offering insight on what it will take to get credit flowing again within a vastly restructured financial system.
[April 2: 2:00 – 3:00 p.m. EDT | Register Online]

Fonte: The Ground Floor

DTZ fecha unidade em Portugal a 30 de Abril

A consultora imobiliária DTZ confirmou hoje o plano para sair do mercado português, sendo que o fecho do escritório em Portugal vai ocorrer a 30 de Abril.

“A DTZ tem sido muito clara sobre a intenção de continuar a reestruturar e reorganizar o seu negócio, como foi confirmado recentemente no decorrer do processo bem sucedido de aumento de capital da empresa”, refere um comunicado da empresa, onde lamenta que “seja necessário fechar o nosso escritório em Portugal”.

Ainda assim, a empresa assegura que “continuaremos a prestar serviços aos nossos clientes através de nossa rede de escritórios em todo o mundo”.

Nos escritórios da DTZ em Lisboa trabalham 17 pessoas. A consultora imobiliária de origem britânica prevê para este ano fiscal um prejuízo “significativamente” maior que o esperado.

Keith Stockdale, Director da zona EMEA, comentou que “como um negócio, estamos muito focados em ajustar a nossa base de custos para conseguirmos responder aos desafios do mercado. É lamentável que isto resulte na perda da equipa Portuguesa, altamente profissional e a quem gostaria de agradecer pela sua dedicação no serviço ao cliente.”

Esta já não é a primeira multinacional do sector imobiliário a abandonar Portugal nos tempos mais recentes. Ainda no ano passado, embora no negócio da promoção imobiliária e não do da consultora, a francesa LNC Premier comunicou o fecho de operações em Portugal.

Fonte: Jornal de Negócios

INHOUSE IMOBITUR PORTO MAR2009

AGENDA EXPONOR:

21 a 29 de Março de 2009
INHOUSE
Salão da Casa ao Jardim – Mobiliário, Decoração, Iluminação e Piscinas
Convites aqui

26 a 29 de Março de 2009
IMOBITUR
Salão Imobiliário do Porto
Convites