Monthly Archives: Setembro 2009

Leilão Imóveis 05/10/2009 – LISBOA – EuroStates

PRÓXIMO LEILÃO EUROSTATES NO DIA 5 DE OUTUBRO NO HOTEL CORINTHIA LISBOA

Veja aqui o CATALOGO dos imóveis a leilão no site da Eurostates.

Categorias: LEILÕES
Tagged: Habitação, Leilao imoveis, Lisboa, oportunidades

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Prestação da casa tem pouca margem para voltar a cair

Em Outubro, a prestação vai cair 40 euros. Há cada vez menos espaço para a Euribor continuar a cair e prevê-se uma inversão no início de 2010.

As taxas Euribor continuam a renovar mínimos históricos, o que se tem traduzido numa redução da prestação da casa, embora, nos últimos meses, de forma menos acentuada.

De acordo com os cálculos do Diário Económico, os contratos de crédito à habitação revistos em Outubro vão assistir a mais uma descida de 40 euros. No entanto, tudo indica que não há muito mais espaço para as taxas de juro continuarem a cair, o que significa que as quedas, nos próximos dois meses, poderão ser as últimas.

A expectativa do mercado é que, a partir do início do próximo ano, as taxas Euribor normalizem, ou seja, que a Euribor a três meses – que está nos 0,739% – caminhe para níveis acima da taxa de referência do Banco Central Europeu (BCE) que está em 1%.

“Tudo aponta para uma estabilização da Euribor. Não diria propriamente uma inversão da tendência, embora a taxa possa subir, mas acreditamos que o faça num movimento gradual”, explicou Teresa Gil Pinheiro, economista do BPI.

Também os contratos de futuros da Euribor apontam no mesmo sentido, ou seja, que a queda se mantenha até final de Dezembro mas que suba ligeiramente no próximo ano. Os futuros da Euribor a três meses apontam para que este indexante esteja nos 0,70%, em Dezembro, enquanto que em Março é esperado que se situe nos 0,885%. Acima de 1% só se prevê que aconteça em Junho.

A confirmar-se, os portugueses ainda irão assistir a mais descidas, mas ligeiras e não por muito tempo.

PRESTAÇÃO DA CASA DESCE 40€ EM OUTUBRO

Para já, os contratos, cuja revisão ocorra em Outubro, ainda vão sentir mais uma descida.

Segundo os cálculos do Diário Económico, a prestação da casa que era, até ao momento, de 453,22 euros vai descer para 413,28 euros. Ou seja, uma diferença de 39,94 euros. Isto para o exemplo de um crédito à habitação de 100 mil euros, a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses (cuja média mensal está nos 1,045%), e acrescido de um ‘spread’ de 1%.

Comparativamente ao valor da prestação da casa em Setembro do ano passado (666,58 euros), o encargo mensal desceu mais de 250 euros, uma poupança considerável para muitas famílias portuguesas.

Fonte: Económico
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Dinamização do arrendamento está dependente do fomento da reabilitação

Bastonário da Ordem dos Engenheiros diz que duas realidades são inseparáveis e elencou medidas para inverter o panorama actual

Rui Pedro Lopes – Publico

O bastonário da Ordem dos Engenheiros defendeu a introdução de um conjunto de medidas que visem o fomento da reabilitação urbana e o reforço do dinamismo do mercado de arrendamento. Fernando Santo considera que estas são duas áreas fundamentais para a recuperação do nosso parque habitacional, e para dar alternativas aos portugueses que pretendam ter casa. Sublinhando que “a ausência de um mercado de arrendamento dinâmico tem sido um dos principais motivos para a degradação do parque habitacional das nossas cidades”, Fernando Santo nota que é urgente “fazer muito mais” para inverter o actual cenário. “Falta-nos alguma assertividade na implementação das medidas”, referiu, durante uma intervenção no Seminário Nacional da APEMIP, decorrido no passado dia 18 de Setembro.
Relativamente ao mercado de arrendamento, o bastonário preconiza um conjunto de medidas que voltem a imprimir dinamismo a este segmento, algo que o Novo Regime de Arrendamento Urbano (NRAU), a vigorar desde 2006, “não conseguiu”.
Entre as acções propostas, Fernando Santo destaca o estabelecimento de “um ambiente de confiança que mobilize o investimento privado”, a constituição de um Fundo Social de Renda, que “suporte situações de incumprimento contratual por 12 meses”, a introdução de um apoio social a inquilinos com baixos rendimentos ou a criação de Sociedades Públicas de Arrendamento – até porque “o Estado tem que assumir as suas responsabilidades num problema, que ele próprio ajudou a criar”.
A aposta na construção nova, que “tem sido estimulada nos últimos anos através da concessão de benefícios fiscais e outras regalias”, trouxe “graves problemas ao funcionamento do mercado de habitação”, apontou o bastonário da Ordem dos Engenheiros, que diz que “os portugueses foram empurrados para a compra de casa”.
Esta situação agravou a agonia do mercado de arrendamento, onde os proprietários se encontravam sujeitos a uma decisão estatal que os obrigava a manter as rendas inalteradas. “Com as rendas congeladas, os proprietários não tinham capacidade para realizar obras e os imóveis entravam em degradação”.
Uma das consequências deste estado de coisas é hoje bem visível no mercado, acrescenta Fernando Santo: “O valor da prestação mensal de uma casa é mais baixo do que o valor da renda. Esta é uma situação impensável”.

Novas soluções

Mas para que o arrendamento seja mais dinâmico, Fernando Santo afirma que é preciso reforçar a aposta na reabilitação urbana, encontrando novas soluções que a tornem mais apetecível – “A forma como a reabilitação urbana é tratada leva a que os seus custos sejam bastante elevados”. Deste modo, o bastonário elencou um conjunto de medidas que podem contribuir para a reanimação deste mercado, designadamente a necessidade de definir o potencial construtivo de cada zona, e o não agravamento das condições que promovam a habitação nova. A redução do IRS sobre o arrendamento à taxa única de 20 por cento ou inferior (“se os rendimentos englobados assim o justificarem”), a aplicação de uma taxa de IVA reduzida à reabilitação urbana (5 por cento), o licenciamento “dedicado e célere” das obras de reabilitação urbana e a criação de condições mais atractivas para que os privados entrem neste mercado são outras das soluções defendidas por este responsável.

Fonte: Publico – Imobiliário

Investimento em imobiliário reduziu-se a menos de metade no primeiro semestre

O investimento em activos imobiliários em Portugal ficou nos 150 milhões de euros no primeiro semestre, menos de metade do valor atingido em igual período de 2008, revela a empresa de consultoria e serviços imobiliários Cushman & Wakefield.

Para o segundo semestre, as expectativas apontadas pela consultora são de “franca melhoria”, com o regresso ao mercado dos investidores estrangeiros e o aumento de liquidez dos fundos de investimento imobiliário nacionais.

O estudo Marketbeat, hoje divulgado, defende que “o investimento imobiliário tal como o conhecemos nos últimos anos mudou consideravelmente”, e factores como qualidade do imóvel, sustentabilidade das rendas projectadas, risco de ocupação ou segurança dos contratos “serão cada vez mais importantes nos negócios”.

No primeiro semestre, foram realizados 21 negócios de investimento em activos imobiliários, num volume de pouco mais de 150 milhões de euros, que compara com os 318 milhões de euros transaccionados no mesmo período do ano passado.

Segundo a Cushman & Wakefield, foram mais frequentes os negócios de pequena dimensão, com o valor médio a situar-se nos sete milhões de euros, “consideravelmente inferior” à média dos últimos dez anos, de 20 milhões de euros, uma situação que reflecte a crise do sector.

Também o peso do investimento estrangeiro foi “modesto” em 2009, representando 20 por cento do volume total de transacções.

Maior peso da indústria
No entanto, em linha com o que se verifica em outros países europeus, o segundo trimestre denotou “uma maior actividade por parte dos investidores, ainda que o volume de transacções tenha sido equivalente ao do primeiro trimestre”, refere o estudo.

A consultora salienta que a análise do investimento por sector de actividade retrata “um ano atípico”, com maior peso do sector industrial.

No mercado hoteleiro, apesar da quebra generalizada registada no sector turístico no primeiro semestre, os promotores mantiveram a data de abertura dos hotéis cujos trabalhos já estavam em curso, e para os projectos numa fase inicial a estratégia foi de “repensar e eventualmente adiar”.

Em linha com o esperado, “os responsáveis pelos grandes grupos de hotelaria concentram os seus esforços no reposicionamento dos produtos e dos serviços, suspendendo ou adiando os planos de desenvolvimento e expansão previstos”, defende a Cushman & Wakefield.

No entanto, os especialistas da consultora não deixam de apontar que “a crise que hoje se vive no sector não impediu um ritmo de aberturas equivalente ao que se vem registando nos últimos anos”.

Nos primeiros seis meses do ano, foram inauguradas em Portugal 14 novas unidades hoteleiras, totalizando cerca de dois mil quartos.

Fonte: Publico

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Queda global da economia afecta metade das principais ruas de comercio mundiais

Mais de metade das mais prestigiadas ruas de comercio do mundo têm vindo a ser afectadas pela queda da economia mundial com 54% das 274 ruas avaliadas pela consultora Cushman & Wakefield a ver cair as suas rendas prime. Seis das dez principais ruas de comercio estão localizadas na Europa.

As conclusões do “Cushman & Wakefield’s annual Main Streets Across the World report” representa a maior queda nas rendas relativas ao sector comercial nos últimos 24 anos. Apenas em 18% das localizações as rendas prime cresceram.

O “Main Streets Across the World report” oferece um barómetro global do estado do sector imobiliário comercial e da popularidade das ruas de comercio em 60 países. A maioria das 10 ruas mais caras do mundo viram as suas rendas prime diminuir ou permanecerem iguais á medida que os retalhistas abrandaram a sua expansão. A 5ª Avenida em Nova Iorque continua a ser a rua mais cara e onde os retalhistas poderão esperar ter de pagar 13,027€/m2 de renda anual. Tal configura uma redução de 8.1% face a 2008. A 5ª Avenida tem sido a rua mais cara do mundo há 8 anos consecutivos. A Causeway Bay em Hong Kong e a Av. do Campos Elísios em Paris mantêm a segunda e terceira posição respectivamente.

A maior subida deu-se na Kaufingerstrass em Munique com a entrada para top 10 e com uma subida nas rendas de 7.1%. A Grafton Street em Dublin foi protagonista da maior queda passando de 5º para 8º lugar com uma queda de 22.5% na renda após ter entrado no ano transacto para o top 5 pela primeira vez.

The world’s ten most expensive shopping streets 2009

Rank 09 – Rank 08 – Country – City – Street – EUR/m2/ano – Variação(%)

1 – 1 – US – New York – 5th Avenue – 13,027 – (-8.1%)
2 – 2 – China – Hong Kong – Causeway Bay – 11,687 – (-15.1%)
3 – 3 – France – Paris – Ave des Champs Elysees – 7,732 – 0%
4 – 4 – Italy Milan Via Montenapoleone – 6,800 – 1.5%
5 – 7 – Japan – Tokyo – Ginza – 5,950 – 0%
6 – 6 – UK – London – New Bond Street – 5,885 – 6.9%
7 – 8 – Switzerland – Zurich – Bahnhofstrasse – 5,246 – 0%
8 – 5 – Ireland – Dublin – Grafton Street – 4,356 – (-22.5%)
9 – 12 – Germany – Munich – Kaufingerstrasse – 3,600 – 7.1%
10 – 9 – Australia – Sydney – Pitt Street Mall – 3,436 – (-3.2%)

Fonte: Cushman & Wakefield

Novamente de volta…

Após um interregno de alguns meses, o Blog Imobiliário estará novamente de volta. Continuaremos assim a seguir a actualidade do Mercado imobiliário no seguimento do que até aqui havia sido feito. Esperemos que a nossa disponibilidade permita manter o blog o mais actualizado possível.
Cumprimentos ao todos os seguidores.