Monthly Archives: Dezembro 2009

Área de escritórios contratada em Outubro e Novembro sobe face a igual período de 2008

A área de escritórios contratada nos meses de Outubro e Novembro de 2009 totalizou 10.526 m2 (5.267 m2 em Outubro e 5.259 m2 em Novembro), das mais baixas do ano de 2009. No entanto, esta área é superior em 36% à registada em igual período do ano transacto (7.764 m2), indica a Análise do Mercado de Escritórios da Aguirre Newman.

Em termos acumulados, a área de escritórios contratada no período Janeiro a Novembro de 2009 (96.868 m2) foi inferior em 55% à registada em igual período do ano transacto (216.897 m2).

No total registaram-se 203 operações de Janeiro a Novembro de 2009, correspondendo a menos 67 transacções de arrendamento do que no período homólogo do ano anterior (270). A superfície média contratada por transacção, caiu de 803 m2 (Janeiro a Novembro 2008) para 477 m2 (Janeiro a Novembro 2009).

O maior número de operações (70) foi registado no Corredor Oeste (Zona 6), revelando-se uma das zonas mais dinâmicas com 25% da área transaccionada. A Zona Emergente (Zona 3) revelou-se igualmente dinâmica, registando 27% da área transaccionada, mas apenas com 31 operações, devendo-se em grande parte à ocupação da Torre Oriente (Torres Colombo).

Numa análise geográfica do número de transacções registadas nos primeiros 11 meses do ano quando comparado com igual período de 2008, a Zona Emergente (Zona 3) foi a única que apresentou crescimento face ao ano anterior.

Analisando a distribuição geográfica dos m² colocados, as Zonas Emergente, Secundária e 7 registaram uma área contratada superior à do período homólogo de 2008, por oposição às restantes zonas que registaram quebras entre 34% e 96%.

Do total da área contratada entre Janeiro e Novembro de 2009, 54% são em edifícios novos e 46% em edifícios usados, denotando uma preferência por superfícies novas.

Relativamente à absorção por intervalo de área contratada, apenas 28 das transacções registaram uma superfície superior a 800 m2 e 175 das transacções registaram uma superfície inferior a 300 m2.

Nos meses de Outubro e Novembro de 2009, os sectores “Serviços Financeiros” e “TMT’s & Utilities” destacam-se, tendo sido responsáveis por 46% da área contratada (4.884 m2 num total de 10.526 m2), em resultado da ocupação de dois pisos da Torre Oriente (Torres de Lisboa) pelo Barclays e de cinco transacções com áreas entre os 200 m2 e os 925 m2, concretizadas por empresas do ramo das TMT’s & Utilities.

Fonte : Aguirre Newman

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Condomínio da Terra – Envolva-se… Nós já o fizemos!

Um conceito deveras interessante.

“(…)Tal como as escadas, telhado e corredores de um prédio, também o nosso planeta tem partes comuns. Partes essas que são imprescindíveis à vida humana e que estão a precisar de manutenção urgente. Se num prédio garantimos a manutenção das partes comuns através do Condomínio, porque não fazemos o mesmo para o planeta? O Condomínio, depois de separar e organizar o que são partes comuns e partes individuais, permite que os interesses particulares e colectivos, frequentemente opostos, se conciliem e se tornem interdependentes. E se pensássemos a Terra como um imenso Condomínio?
Explore mais esta ideia: veja o vídeo, leia a brochura e o livro. (…)”

Siga o link e envolva-se…
Nós já o fizemos!

Merlin pretende abrir parque Legoland em Lisboa e prepara-se para investir 15 milhões

A Merlin Entertainments, grupo britânico responsável pela exploração do Sea Life do Porto, prepara-se para investir 15 milhões num parque Legoland Discovery Center na região de Lisboa, anunciou o Diário Económico.

A Merlin Entertainments, grupo britânico responsável pela exploração do Sea Life do Porto, prepara-se para investir 15 milhões num parque Legoland Discovery Center na região de Lisboa, anunciou o Diário Económico. O reforço do investimento da segunda maior empresa de atracções de lazer do mundo deve-se ao sucesso do Sea Life do Porto. O Sea Life do Porto, que abriu no início do Verão, já superou todas as metas traçadas para o ano. Luís Rocha, director do Sea Life do Porto, afirmou que um Legoland Discovery Center seria «uma solução interessante para Lisboa». Este tipo de parque – baseado em produtos e fantasias à base de legos – «é um produto que atrai várias gerações e em Portugaltemos que pensar muito bem nos factores novidade e sustentabilidade de médio e longo prazo». Desta forma, o parque temático resultaria de um investimento de 15 milhões de euros e teria capacidade para a captação de público em todo o país e a estender à Galiza, Andaluzia e Extremadura. Os novos projectos da Merlin «estão dependentes do sucesso do centro do Porto, do retorno do investimento», salienta Luís Rocha ao mesmo jornal. O grupo britânico tem como meta construir «a segunda fase do oceanário do Porto dentro de dois a três anos» e, nessa altura, decidir se há condições para alargar a sua presença no País.

Fonte: VidaImobiliária / escritorios.com.pt

Mercado de escritórios de Lisboa regista quebra de 55%

Até Novembro de 2009 foram colocadas no mercado de Lisboa cerca de 97.000 m2 de escritórios, representando uma quebra de 55%, relativamente ao ano passado, quando no mesmo período estavam colocados 216.000 m2.

Ainda assim, o segundo semestre do ano regista uma melhor performance do mercado, com uma área absorvida que é praticamente o dobro da apresentada no 1º semestre. Importa ainda referir que se o ano passado, o Estado, Entidades Europeias e Associações detiveram um peso considerável nas transacções efectuadas (38%), este ano, este sector de actividade regista um peso de apenas (12%). Refira-se que durante o mês de Novembro, de acordo com os dados do LPI, a Worx foi responsável por 50% das operações de arrendamento.

Estima-se que o ano de 2009 termine com um take-up de cerca de 110.000 m2 o que representa uma quebra de 52% face ao ano passado. A concretizar-se esta estimativa, este valor é o menor dos últimos 5 anos, reflectindo o abrandamento do mercado fruto da actual conjuntura económico-financeira.

Fonte: VidaImobiliária / escritorios.com.pt

Votos de um Feliz Natal e de um Prospero Ano Novo

Desejamos a todos os nosso seguidores (com a devida antecedência) os melhores votos de Boas Festas.

Activos Imobiliários mais baratos face a outras classes de activos

Os Mercados Imobiliários Europeus atingiram o ponto de viragem á medida que os indicadores de performance continuam a recuperar, muito devido á melhoria das condições dos mercados de capitais e com o Reino Unido a sair na dianteira e a estabelecer a tendência para o resto da Europa de acordo com o European Quarterly Property Snapshot da Aberdeen Property Investors (API). O mesmo estudo diz também que o imobiliário está “barato”, tendo em conta uma perspectiva histórica e comparativamente com outras classes de activos.

O timing para o investidor aumentar a sua exposição face ao Imobiliário Europeu parece ser o ideal, segundo o Director de Research & Strategy for Western Europe da API.

Apesar disso, o investidor terá agora de confiar menos no efeito de alavanca financeira para perspectivar a performance futura dos investimentos á medida que os bancos estão menos disponíveis para disponibilizar financiamento a baixos custos. A menor “alavancagem” no investimento imobiliário vai assim permitir aos investidores institucionais voltar a beneficiar dos principais atributos dos investimentos em imobiliário: estabilidade nos retornos; boa protecção face á inflação e maior diversificação nos activos que compõem os portfolios dos investidores institucionais.

Não deixe de ler todo o relatório para conhecer em pormenor todas as conclusões do mesmo.

Oferta de escritórios novos em 2009 será 25% acima da registada em 2008

O total de oferta de escritórios novos previstos para 2009 é 25% acima do registado em 2008, considerando mais 60.900 m2 de ABL que deverão chegar ao mercado até final deste mês.

O MarketView da consultora CB Richard Ellis, relativo à evolução do terceiro trimestre nos escritórios revela ainda que os níveis de absorção bruta no mercado de escritórios de Lisboa registaram um aumento.
A absorção bruta de escritórios em Lisboa atingiu cerca de 49.500m2 no terceiro trimestre do ano, triplicando assim o valor relativo ao trimestre anterior. Para atingir este nível de absorção foi particularmente relevante, o sucesso da comercialização da Torre Oriente no Colombo assim como a ocupação dos edifícios afectos a diversos organismos Europeus junto ao Cais do Sodré.
Ao longo do trimestre não foi inaugurado nenhum edifício de escritórios na capital. No entanto, até o final do ano prevê-se a conclusão de mais 60.900 m2 de novos espaços de escritórios, de modo que o total de novos espaços de escritórios previstos para 2009 é superior em 25% à oferta registada no ano anterior.
No mercado de investimento, assistimos aos primeiros sinais de vitalidade com a concretização de algumas transacções e a queda das yield prime brutas em quase todas as zonas.
A nível de rendas, a mais elevada na zona prime para o terceiro trimestre deste ano, situou-se nos 20 euros/mês/m2, embora a média na zona 1 seja de 16,5 euros. Na zona 2, a média prime é de 14 euros e a máxima atingiu os 17 euros.
A taxa de disponibilidade mantém-se nos 8%, embora este valor seja relativo ao segundo trimestre do ano, pois ainda não há dados para o terceiro trimestre. Refira-se que a “vacancy rate” no final do ano se situava nos 7% para os escritórios, um ponto percentual abaixo do nível do meio de 2009.

Fonte: Jornal Oje

Interessante de analisar em conjunto é o ultima nota de research produzida também pela CBRE e que aborda a questão das yields e das rendas prime em Portugal prespectivando uma ligeira descida do nivel das rendas e a estabilização das yields prime.

De um modo geral as rendas prime evidenciaram no terceiro trimestre de 2009 uma tendência de estabilidade, após uma descida do seu valor, em alguns segmentos, no período anterior. A evolução registada neste trimestre foi apenas contrariada com o acréscimo do valor de arrendamento das lojas de rua na zona prime do Porto.

Conheça aqui a nota de Research produzida pela CBRE.