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EPUL celebra 40 anos de actividade com Ciclo de quatro conferências no âmbito da construção, do urbanismo e da reabilitação urbana.

EPUL Conferencia 03/2011
No ano em que comemora 40 anos de actividade “a criar cidade”, a EPUL organiza um ciclo de quatro conferências no âmbito da construção, do urbanismo e da reabilitação urbana.

A primeira destas quatro conferências, cujas inscrições são gratuitas mas sujeitas à capacidade do auditório, realizar-se-à no dia 22 de Março no auditório do LNEC, instituição que apoia a iniciativa.

O tema desta 1ª conferencia, subordinado à “Regeneração e Reabilitação Urbana”, conta com um painel de especialistas conceituados, que pretende abordar questões como a reabilitação urbana na proposta do PDM de Lisboa, as dificuldades existentes na reabilitação de edifícios ou a mitigação do risco sísmico.

Para mais informações siga o link

Programa

Inscrições

RICS Portugal apresenta Red Book no dia 30 de Novembro no ISEG


No próximo dia 30 de Novembro no ISEG o RICS Portugal vai proceder ao lançamento do livro Normas de Avaliação RICS, popularmente conhecido como o Red Book, desta feita com uma versão em Português.

O evento terá lugar no Auditório CGD do Edificio do Quelhas, no ISEG (Rua das Francesinhas). Contará com a presença de Robert Peto FRICS, Presidente Mundial do RICS, Jose Miguel Almeida, Director Regulação de Mercados, CMVM, Michael Fox FRICS Director de Avaliação e Consultadoria Europa de Eurohypo e Jose Covas Presidente Grupo Profissional de Avaliação RICS Portugal.

PROGRAMA
10:00-10:30 Registro
10:30 Boas vindas e introdução – Eric van Leuven FRICS Chairman RICS Portugal , Managing Partner Cushman Wakefield
10:40 O que é realmente o Red Book – Jose Covas MRICS – Membro do Conselho de Direcção RICS Portugal, Chairman Valuation Professional Group Portugal, Director Worx Consultoria e Avaliação
11:00 The view of the end-user – Michael Fox FRICS – Head of Real Estate Appraisal and Consulting, Eurohypo AG
11:20 The view of the regulator – Exmo Dr. José Miguel Almeida – Director- Departamento de Supervisão da Intermediação e Estruturas de Mercado, CMVM
11:45 Market Value and Finantial Stability Robert Peto FRICS Worldwide President RICS

O evento tera um custo de 100€ (incl IVA a taxa em vigor) sendo que os assistentes receberão um exemplar do Red Book.

Para mais informação consulte a pagina do RICS Portugal

SIL – Salão Imobiliário de Portugal – de 21 a 24 de Outubro na FIL


Durante os próximos dias 21 a 24 de Outubro terá lugar na FIL no parque das Nações a 13ª edição do SIL – Salão Imobiliário de Portugal. Realizando-se desde 1998, o SIL tem registado uma evolução permanente ao longo das várias edições, adaptando-se às necessidades do mercado, alcançando o reconhecimento nacional e internacional e tornando-se no ponto de encontro obrigatório para investidores, empresários, técnicos, organismos públicos e público potencial comprador.

No SIL 2010, destacam-se:
Novas áreas de negócio

SIL Cidades – Promoção do mercado das cidades e das regiões
SIL Office – Promoção do mercado de Escritórios
SIL Retail & Logistics – Promoção do imobiliário para fins comerciais ou industriais

Prémios Nacionais do Imobiliário SIL 2010
Os Prémios Nacionais do Imobiliário SIL 2010, 2ª edição, reconhecem e dão mais prestígio a pessoas, empresas, entidades que se tem destacado no panorama do mercado imobiliário nacional.

Actividades Paralelas
Com o envolvimento de empresas, associações sectoriais e sócio-profissionais, autarquias, organismos públicos e personalidades de reconhecido mérito e competência no sector, terão lugar no SIL diversas Actividades Paralelas, destacando-se:
Leilões Imobiliários
Bolsa de Arrendamento
Ciclos de Conferências SIL

Todos os detalhes em http://www.imobiliario.fil.pt

Marque já na sua agenda os dias 21 e 24 de Outubro.

Imprima aqui o seu convite
Conheça o Programa do Ciclo de Conferencias

Câmara de Lisboa quer quotas de habitação para arrendar a custos acessíveis

A Câmara de Lisboa quer fixar quotas de habitação para arrendamento a custos acessíveis, tanto nas construções novas como na reabilitação para garantir acesso às famílias de “médios recursos”, segundo a proposta de Plano Diretor Municipal (PDM).

Em contrapartida, esta quota de fogos não será sujeita nem a cedência nem a compensações urbanísticas, a Taxa Municipal pela Realização de Infra-Estruturas Urbanísticas (TRIU) será reduzida e o município poderá, em operações urbanísticas específicas, aumentar o índice de edificabilidade, refere o documento, a que a Lusa teve acesso.

De acordo com a proposta de PDM, que será hoje apresentada, o princípio básico é o da reserva de uma percentagem de fogos (20 a 25 por cento) a arrendar por um período temporal (10 a 15 anos) com renda calculada seguindo as regras do Novo Regime de Arrendamento Urbano.

Fonte: Expresso/Lusa

Facility Management no Técnico – Reunião Europeia EURO FM e Jornadas da APFM 2010

EURO FM MEMBERS MEETING
APFM | 4th ANNUAL CONFERENCE | 24 SEP 2010

As 4.ªs Jornadas de Facility Management da APFM – Associação Portuguesa de Facility Managment – terão lugar lugar no dia 24 de Setembro no Centro de Congressos do Pavilhão Engenharia Civil do Instituto Superior Técnico em Lisboa.

Entre os dias 23 a 25 de Setembro ocorrerão também as reuniões dos membros do EURO FM onde ocorrerão apresentações, workshops, visitas a sites de referência e actividades de networking.

Conheça o programa em detalhe aqui. (APFM | 4th ANNUAL CONFERENCE BROCHURE)

Inscrições e mais informações em www.apfm.pt

Tempo de absorção quase duplica num ano – Estatísticas CI para a AM Lisboa

As mais recentes estatísticas habitacionais Confidencial Imobiliário (Ci) | LardoceLar.com revelam que os tempos de absorção (i.e. o tempo que medeia a entrada e a saída dos imóveis da base de dados) de fogos da base de dados LardoceLar.com aumentaram significativamente nos últimos doze meses na Área Metropolitana de Lisboa (AM Lisboa). Os dados referentes ao 1º trimestre de 2010 para esta região evidenciam que os fogos novos demoram cerca de 18 meses a ser absorvidos, enquanto que, no caso dos usados, essa demora é de 17 meses.

Estes são tempos bastante mais elevados que os 12 e 10 meses, respectivamente para os segmentos novo e usado, que se verificavam em igual período do ano passado. Se compararmos com os primeiros trimestres dos dois anos precedentes (2007 e 2008), este diferencial é bastante mais acentuado, já que, nestes períodos, os tempos de absorção eram de 7 meses nos novos e 9 meses nos usados.

Em termos de concelhos, na Margem Norte do Tejo, Cascais regista os maiores tempos de absorção em ambos os segmentos (21 meses nos novos e 20 nos usados), enquanto que Loures se situa no ponto oposto (com 14 meses nos novos e 15 nos usados). Quanto à Margem Sul do Tejo, concentra os maiores e os menores tempos de absorção de toda a região Metropolitana, sendo em Palmela que se observam os valores mais extremados (29 meses para os novos e 23 para os usados), em contraponto com a Moita, onde tais intervalos de tempo são menores (11 meses para os novos e 10 para os usados).

Quanto à dinâmica da base de dados, o fluxo de entrada de imóveis foi inferior ao fluxo de saída no 1º trimestre de 2010, sendo esta uma realidade comum para todos os concelhos da AM Lisboa. Em termos médios, por concelho, entraram cerca de 1.000 imóveis na base de dados nos primeiros três meses deste ano, tendo saído da mesma em igual período aproximadamente 1.500 fogos. Esta é uma situação aparentemente favorável à absorção, tendo contudo que considerar-se que algumas destas saídas poderão são apenas desistências da oferta.

(…)

Fonte: CI – Confidencial Imobiliário

Leilões de Imoveis – Dias 21 e 28 de Março em Lisboa e dias 20 e 27 Março no Porto

A Luso Roux continua a organizar Leilões de imoveis em Lisboa e Porto.
Voltamos aqui a dar conhecimento desses leilões. Não deixe de ver o catalogo. Quem sabe se não faz um bom negócio…

Aqui ficam as datas e os links para os catalogos dos imoveis a leilão:

Porto 20/03/10 15:00h – Local: Hotel Tryp Porto Expo Ver Catálogo

Lisboa 21/03/10 15:00h – Local: Hotel Vila Galé Ópera Ver Catálogo

Porto 27/03/2010 15:00h – Local: Hotel Tryp Porto Expo Ver Catálogo

Lisboa 28/03/2010 15:00h – Local: Hotel Vila Galé Ópera Ver Catálogo

Consultoras afirmam que 2010 não será o ano de recuperação dos escritóriosi

A incerteza na retoma económica é bastante significativa, o que perspectiva que 2010 não seja ainda, o ano da efectiva recuperação do mercado de escritórios, afirma a Worx num trabalho sobre perspectivas para 2010.

A taxa de absorção dos escritórios mantém-se, por enquanto, aquém do registado nos últimos anos, diz a consultora imobiliária Worx, na sua mais recente análise sobre taxa de desocupação de escritórios em Lisboa. Globalmente, a taxa de desocupação está em crescimento, verificando-se o ajustamento em baixa dos valores de rendas em todas as zonas. O stock de escritórios de Lisboa era de cerca de 4,35 milhões de m2 no final de 2009. Este número aumentou com a entrada de mais de 74 mil m2 de espaços correspondentes a sete novos edifícios.

Recorde-se que a absorção de espaços de escritórios foi da ordem dos 118 mil m2 em 2009, menos 49% do que no período homólogo. O valor de 2009 foi o mais baixo dos últimos cinco anos, relembra a Worx.

No que diz respeito ao Prime CBD, verificou-se um decréscimo dos m2 e negócios concluídos. O take-up da Zona 1 durante 2009 foi de 15.989 m2, ou seja, 30% inferior ao registado em 2008 (22.961 m2). Em relação ao stock do Prime CBD mantém-se nos 573.442 m2, enquanto as prime rents tiveram uma queda em 2009 uma vez que, se em 2008 se situavam nos 21,5 euros/m2/mês, no ano transacto foram de 19,5 euros/m2/mês.

Na CBD, também não se observou uma alteração no stock que se manteve nos 1.041.763 m2, enquanto o take-up de 2009 na Zona 2 foi de 12.011 m2, sendo este valor manifestamente inferior ao verificado em 2008 (18.478 m2). Neste contexto, refira-se que o maior negócio fechado em 2009 na CBD foi de 934 m2, enquanto a área média negociada nas 39 operações efectuadas foi de 308 m2. Finalmente, a prime rent da Zona 2 situou-se nos 17 euros/m2/mês.
De salientar ainda que em ambas as zonas (i) escasseiam projectos de qualidade, (ii) a oferta é de áreas inferiores a 1.000 m2/piso e (iii) verifica-se um desequilíbrio entre a oferta e procura, pelo que a reabilitação urbana terá de ser, forçosamente, uma aposta a dinamizar.

Zona 3 – Avenidas Novas
A Zona 3 teve um comportamento aceitável durante 2009 quando comparado com o ano anterior. Se em 2008 o take-up foi de 28.831 m2, no ano passado este número situou-se nos 26.958 m2, verificando-se, desta forma, uma queda de 6%. Em relação ao stock aumentou aproximadamente 29 mil m2, situando-se no final de 2009 nos 434.704 m2. De salientar ainda que foi nesta zona que se concretizou a maior operação do ano – 12.200 m2. Seja como for, a dinamização desta zona deve-se à entrada no mercado da primeira das duas Torres de Colombo. Desta forma, é expectável que actividade desta zona decaia substancialmente, depois da conclusão da comercialização da segunda Torre Colombo.

Zona 4 – Zona Histórica
O dinamismo da Zona 4 encontra-se relacionado sobretudo com a entrada no mercado do Edifício da Agência Europeia Marítima e pela sua ocupação, já previamente acordada, o que tem como resultado uma das maiores áreas médias por negócio durante o ano. Desta forma, verificou um crescimento de 51% no take-up de 2009 (19.174 m2) quando comparado com o de 2008 (12.685 m2), enquanto o stock subiu de 446.264 m2 para os 466.264 m2. De frisar que esta zona tem sido pautada por falta de projectos de qualidade, sendo a reabilitação urbana uma aposta fundamental para a sua revitalização, tal como tem vindo a acontecer no Chiado.

Zona 5 – Parque das Nações
No Parque das Nações testemunhou-se a maior queda do mercado de Lisboa, com o Take-Up a cair 94% quando comparado 2008 (85.326 m2) com 2009 (4.798 m2). Este comportamento acabou mesmo por ser o mais baixo dos últimos anos (2008 – 85.326 m2; 2007 – 27.973 m2 e 15.753 m2), sendo que o resultado muito positivo do ano passado encontra-se directamente relacionado com a ocupação do Office Park Expo (62 mil m2) pelo Ministério da Justiça. O principal desafio que o Parque das Nações teve em 2009 e terá em 2010 será em competir com as Torres Colombo e encontrar um compromisso competitivo entre a oferta/procura/preço por m2. Seja como for, prevê-se alguma melhoria do dinamismo desta zona durante os próximos meses.

Zona 6 – Corredor Oeste
No Corredor Oeste, apesar de ter sido a zona com maior actividade em 2009, verificando-se um take-up de 30.296 m2, não deixou de apresentar uma queda de 51% quando analisado os m² colocados em 2008 (61.972 m2). O número de transacções também decaiu de 120 para 87, enquanto o stock teve um aumento marginal, somando no final do ano transacto 857.800 m2. Finalmente, a prime rent praticada nesta zona no ano passado foi de 13 euros/m2/mês. De sublinhar que esta zona destaca-se pelo rácio qualidade/preço, embora a oferta esteja a aumentar consideravelmente face à procura.

Tendências
A actual conjuntura e panorama económico levam a perspectivar a continuação do abrandamento da actividade do mercado e a recuperação (ainda que lenta) no segundo semestre de 2010 o que terá como consequência um fraco dinamismo e um novo ano de reduzida ocupação de escritórios. A renegociação das rendas, a dificuldade de capital inicial para obras de adaptação, a incerteza na estratégia e desenvolvimento da empresa, a tendência das mais variadas entidades para renegociar por mais 6 meses/um ano o espaço onde estão actualmente e a dificuldade de crédito no caso da compra de escritórios, são algumas das tendências que se deverão manter nos primeiros meses de 2010. Paralelamente, os proprietários, principalmente os Fundos de Investimento Imobiliário, têm vindo a salvaguardar mais as suas posições e estão mais exigentes no que diz respeito às garantias bancárias e procuram contratos com o menor risco e os mais longos possíveis.

De destacar ainda a existência de diversas entidades, que têm procurado espaços mais modernos e eficientes, com custos de utilização mais reduzidos, e que pretendem mudar de instalações para áreas mais pequenas de forma a reduzir os custos.
“Seja como for, o sector de escritórios mantém-se como uma aposta válida para os investidores, desde que apostem em produtos diferenciados, sustentáveis, com uma boa localização e que apresentem um bom rácio qualidade/preço”, conclui a Worx.

Fonte: Jornal Oje

Estatisticas CI para Área Metropolitana de Lisboa.

Procura de Fogos Novos na AM Lisboa em 1.869 /m2

Conforme demonstram as estatísticas Confidencial Imobiliário / LardoceLar.com, na Área Metropolitana de Lisboa (AM Lisboa), durante o 3º trimestre de 2009, a procura habitacional relativa ao segmento de fogos novos dirigiu-se para alojamentos cujo valor médio foi de 1.869 €/m2. Este montante ficou aquém do valor médio da oferta disponível, encontrando-se 3,4% abaixo do valor médio do stock em oferta, que foi de 1.934€/m2. Os concelhos de Lisboa, Seixal, Cascais e Vila Franca de Xira perfazem metade da procura de fogos novos da área metropolitana.

Com o concelho de Lisboa a deter a maior fatia da procura, com cerca de 17%. No período em análise o stock de alojamentos em oferta, na AM Lisboa, é constituído por 28% de fogos do segmento de novos. Esta percentagem cresce quando se analisa a procura de alojamentos, sendo a taxa de procura de fogos novos de 7%, enquanto que nos usados foi de 4%.

Análise da Procura

O valor médio dos fogos em procura excede os 2.100 €/m2 em três concelhos da área metropolitana, que correspondem a Lisboa, Oeiras e Cascais. Com o valor médio mais elevado encontrando-se em Lisboa, destacando-se a freguesia de S. Sebastião da Pedreira, pois representa 7% da procura com um valor médio de 3.267 €/m2, sendo a segunda maior concentração da procura de alojamentos novos de Lisboa. Em primeiro lugar está a freguesia de Santa Maria dos Olivais (em Lisboa), cabendo-lhe 10% da procura de fogos novos, com um valor médio de 2.755 €/m2.

Ainda no concelho de Lisboa, salientam-se as freguesias de S. Mamede, Prazeres, Lapa e Encarnação, que no seu conjunto representam cerca de 8% da procura de fogos novos, distinguem-se pelo facto de registarem valores médios superiores a 3.720 €/m2.

No segmento de mercado da gama mais baixa, com valores médios dos alojamentos novos compreendidos no intervalo de 2.000 €/m2 a 2.500 €/m2, está 23% da procura do concelho de Lisboa. Com especial destaque para as freguesias de Benfica e Lumiar que de forma agregada representam 12% desta procura.

Fonte: Confidencial Imobiliário via Jornal de Negócios

Lisboa exige «melhorias substanciais» ao Plano de Ordenamento do Território

A Assembleia Municipal de Lisboa exigiu uma «melhoria substancial» da proposta de Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT) da Área Metropolitana, sublinhando a necessidade de que aquele instrumento foque a estrutura ecológica da capital. Esta exigência consta de uma monção apresenta¬da esta semana, pelo PS, e que foi votada favoravelmente por todas as forças políticas, com a abstenção dos deputados independentes do movimento Cidadãos por Lisboa.
Os deputados municipais de Lisboa apresentaram um «voto de exigência no diálogo entre o município de Lisboa e a CCDR-LVT [Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo], que permita uma melhora substancial» do PROT em discussão. Na monção agora aprovada, defende-se que o PROT deve adoptar «medidas e orientações que visem um melhor desenvolvimento integrado de Lisboa, contribuindo para recuperar população, qualificar o seu tecido económico e o emprego, melhorar e aumentar os seus equipamentos e serviços». A «dimensão ambiental» é sublinhada na moção, referindo a necessidade do PROT considerar a estrutura ecológica da cidade, para cuja salvaguarda foram aprovadas medidas preventivas no último mandato. Uma das medidas defendidas consiste na «imediata cessação das obras e abates florestais» no parque florestal de Monsanto.
Recorde-se que o PROT não agrada a nenhum dos municípios da Área Metropolitana de Lisboa, que já pediram, por unanimidade, a suspensão do processo que abrange Alcochete, Almada, Amadora, Azambuja, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Sesimbra, Setúbal, Seixal, Sintra e Vila Franca de Xira.

Fonte: Vida Imobiliária